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Sindicato dos engenheiros de Volta Redonda - RJ


SENGE-VR promove encontro para engenheiros e estudantes

Objetivo do encontro é discutir temas, apresentar propostas e eleger delegados para 10º Consenge

Volta Redonda, 07 de maio de 2014.

 

O Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (SENGE-VR) realizou nesta terça-feira, dia 6, um encontro de preparação para o 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), que acontece em Búzios (RJ), no mês de agosto. O evento, que teve duas palestras, foi realizado na sede da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Volta Redonda (AEVR) e teve mais de 50 participantes, entre convidados, estudantes e a diretoria do SENGE.

“O objetivo deste encontro é discutir temas e apresentar propostas para o 10º Consenge, além de eleger cinco delegados (as) e quatro estudantes de engenharia para representar o Sindicato no Congresso”, explicou o presidente do SENGE-VR, João Thomaz. “Vamos procurar o aperfeiçoamento de políticas institucionais para melhorar a qualidade de vida das pessoas e, principalmente, como usar a engenharia para alavancar o progresso do país”.

A primeira palestra teve como tema “Infraestrutura  de Transporte, Mobilidade Urbana e Telecomunicações” e foi ministrada pelo secretário de Planejamento de Volta Redonda, Lincoln Botelho da Cunha. “Devem-se estudar muito bem os elementos e instrumentos para melhorar a mobilidade urbana em um município, assim como a articulação de políticas que incidem sobre a utilização diversa do território urbano”, disse o secretário que, durante a palestra, mostrou trechos da lei nº 12.587, de 03/01/2012, que tem por objetivo contribuir com o acesso universal à cidade.

“Ambiente de negociação:  realidade e perspectivas” foi o assunto da segunda palestra, realizada pelo vice-presidente do SENGE-VR e diretor da FISENGE, Fernando Elias Vieira Jogaib. O engenheiro falou sobre contribuição sindical, salário mínimo profissional e sobre os desafios da negociação. “Onde tem capital e trabalho há conflito, por isso os profissionais da categoria devem estar junto ao seu Sindicato e ter confiabilidade nas instituições que os representam”, afirmou.

Também estiveram presentes no encontro o presidente do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (SENGE-RJ), Olímpio Alves dos Santos; o ex-presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-RJ), Luiz Antonio Cosenza; e o secretário de Obras de Volta Redonda, Wilson Lemos Machado Júnior. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) ajudou a elaborar o texto com as diretrizes para o 10º Consenge, através de consultas a especialistas da área e a técnica, Cristiane Garrido, que também participou do encontro, relatou as propostas escolhidas.

“O tema do 10º Consenge é ‘Um Projeto de Nação Para o Brasil’, em que todos os sindicatos filiados à FISENGE receberam dois temas para trabalhar. O SENGE-VR ficou com “Infraestrutura  de Transporte, Mobilidade Urbana e Telecomunicações” e “Ambiente de negociação:  realidade e perspectivas”, sendo que a idéia principal do evento realizado por nós é que o maior tesouro de uma cidade é o conhecimento do seu povo para saber enfrentar os desafios de uma nação”, comentou Thomaz.

As propostas escolhidas no tema “Infraestrutura  de Transporte, Mobilidade Urbana e Telecomunicações” foram: 1- fomentar a participação dos engenheiros através de seus sindicatos, nos conselhos de mobilidade urbana municipais, estaduais e federais, bem como propor a implementação do sistema nacional do desenvolvimento urbano; 2-incentivar a formação de profissionais em mobilidade urbana e políticas públicas; 3- Implantar campanhas de uso de transportes de massa, utilizando a tecnologia adequada à demanda e à situação urbana local.

As propostas selecionadas para “Ambiente de negociação:  realidade e perspectivas” foram: 1- criação de linha direta para a denúncia de assédio moral nas empresas e local de trabalho (preconceito, uso e abuso indevido de poder, etc); 2- fomentar uma política de renovação dos quadros dos sindicatos, apoiando a formação política dos estudantes de engenharia através de suas entidades estudantis, a exemplo da OAB com as entidades de base de direito; e 3- regulamentar e fiscalizar a obrigatoriedade do uso da formação do profissional independente do cargo ocupado, por exemplo: analista de sistema – engenheiro eletrônico.

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